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Advogada suspeita de liderar grupo criminoso em SC é denunciada pelo MP; ela está foragida

  • 11-06-2026 13:45


  • Advogada criminalista Gabriela Serafin foi denunciada pelo MP Reprodução/Redes sociais A advogada Gabriela Serafin, conhecida nas redes sociais por mostrar a rotina como defensora criminalista para mais de 32 mil seguidores, foi denunciada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

    A informação foi divulgada pelo órgão nesta quarta-feira (10).

    Ela está foragida. Apontada como uma das lideranças de uma organização criminosa de Florianópolis, Gabriela foi indiciada por tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp A mulher foi um dos alvos da Operação Quebra de Comando, realizada pela Polícia Civil, em março, para desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas na região da Tapera, em Florianópolis.

    Ela está com mandado de prisão temporária ativo desde 13 de abril. Em nota, a defesa de Gabriela disse que não vai se manifestar porque o caso está em segredo. O processo está em análise pelo Poder Judiciário, na Vara Estadual de Organizações Criminosas.

    O MPSC não divulgou por quais crimes ela foi denunciada. A advogada costumava compartilhar bastidores dos processos nas redes sociais e ganhou popularidade principalmente pela linguagem coloquial usada nos vídeos.

    Em um dos registros, ela falava sobre uma cliente que tinha sido presa após tentar levar drogas de Florianópolis para Paris. “A guria ia embarcar para Paris com um quilo de cocaína dentro do tênis.

    Eu cheguei na Polícia Federal para acompanhar esse flagrante.

    Foi presa no aeroporto de Florianópolis com passagem para a França.

    Vocês acham que a guria ia levar pouca droga? Pô, se vocês vissem o tamanho do pé dela, ela estava com aqueles tênis, sabe? Branco, pagodeiro", narrou. Operações resultaram em prisões e apreensões A operação foi feita após aproximadamente um ano de investigação.

    As apurações permitiram o mapeamento de pontos de venda de drogas, identificação de operadores do tráfico, intermediadores e responsáveis pela logística criminosa no local. Durante a operação, feita em 12 de março, foram cumpridos 17 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão expedidos.

    Na época, foram presas 15 pessoas, mas a advogada não foi encontrada. Também foram feitos dois autos de prisão em flagrante.

    Drogas foram apreendidas. Leia também: Mulher finge ter 12 e é presa por estelionato um ano após ser adotada por família em SC Após reação em SC, governo federal diz que irá ampliar cota para captura de tainha de arrasto Investigação em Florianópolis VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias .


    Fonte: G1